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Convento da Santíssima Trindade de Santarém

  • PT/CSTS
  • Corporate body
  • 1208-1834

Convento já em construção em 1208, junto a uma ermida dedicada a Santa Maria dos Santos. Apoiados pelo rei Sancho I, os frades acolheram-se junto ao paço régio enquanto decorreram as obras. Com a morte do monarca, as obras arrastaram-se e só em 1284 se iniciou a construção da nova igreja. Juntamente com o convento, foi fundado um hospital para receber cativos resgatados e outros pobres ou peregrinos. Duramente afectada pelo sismo de 1526, a igreja foi reedificada por determinação do rei João III e o convento sofreu então importantes obras de ampliação. Contudo, em 1703, o estado de ruína da igreja levou à sua completa reconstrução, concluída em 1740. Extinto em 1834, o convento seria demolido, bem como a respectiva igreja, em 1955, restando da mesma apenas uma esbelta torre setecentista.

Convento de Nossa Senhora da Encarnação (Lisboa)

  • PT/CNSE
  • Corporate body
  • 1630-1834

Convento fundado em 1630, em virtude do cumprimento de verba testamentária da infanta D. Maria, filha do rei Manuel I que, em 1577, deixara determinado que à custa das suas rendas se fundasse em Lisboa um mosteiro de religiosas de S. Bento, com capacidade para 63 freiras. Embora o mosteiro fosse efectivamente ocupado pelas primeiras religiosas a 15 de Setembro de 1630, só a partir de 1642, graças a licença outorgada pelo papa Paulo V e ratificada pelo rei João IV, a casa passaria efectivamente a pertencer à Ordem de Avis, mantendo a invocação de Nossa Senhora da Encarnação, em cumprimento da vontade expressa pela sua instituidora. Seria alvo de importantes obras de reconstrução após um incêndio que afectou o edifício em 1734 e na sequência dos graves danos provocados pelo terramoto de 1755. Após a extinção das ordens religiosas masculinas, o convento foi-se reduzindo a recolhimento, funções que continuaria a manter mesmo após a supressão da Chancelaria da Ordem de Avis, em 1934.

Convento de Nossa Senhora da Penha de França (Lisboa)

  • PT/CNSPF
  • Corporate body
  • 1603-1834

Convento fundado junto a uma anterior ermida, dedicada a Nossa Senhora da Penha de França, entregue aos agostinhos em 1603. Foi construída uma igreja maior, com risco de Teodósio de Frias, e edificado o convento, que sofreria importantes ampliações em 1754. O terramoto de 1755 afectaria duramente o convento e a igreja, cuja reconstrução só se concluiria em 1785. Extinto em 1834.

Convento de Nossa Senhora de Jesus de Lisboa

  • PT/CNSJL
  • Corporate body
  • 1595-1834

A fundação do convento, pelos terceiros franciscanos, está associada à tomada de posse das casas onde primeiro se instala a comunidade, em 1595, no provincialato de Frei Paulo da Maia. Os primeiros frades servem-se de uma ermida dedicada à Virgem Mãe de Deus que lhes fora doada até que, em 1615, conseguem lançar a primeira pedra da nova igreja, onde se celebra, pela primeira vez, oito anos depois. No século XVIII funcionava, no convento, o noviciado da Ordem e a sede da Província dos Terceiros franciscanos, em Portugal. O terramoto de 1755 provoca-lhe graves danos e a morte de dois dos seus frades. Nele viveu, entre muitos homens de fama e envergadura, Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), ministro provincial de 1768 a 1770 e pedagogo. Com a extinção em 1834, vê os seus tesouros (biblioteca e obras de arte) serem entregues à Academia Real das Ciências.

Convento de Nossa Senhora dos Anjos de Diu

  • PT/CNSAD
  • Corporate body
  • 1592-1834

Também denominado de Nossa Senhora da Porciúncula ou de São Francisco, foi fundado em 1592 e começado a construir a expensas de D. Pedro de Anaia, em 1593. Em 1669, um violento ataque lançado sobre a cidade por árabes de Muscate inflige pesados danos no edifício conventual e destrói por completo a respectiva igreja, obrigando a significativas obras no convento e à total reconstrução do templo. Foi suprimido em 1835, em cumprimento do decreto de extinção das ordens de 28 de Maio de 1834.

Convento de Nossa Senhora e Santo António de Mafra

  • PT/CNSSAM
  • Corporate body
  • 1730-1834

Convento que tem origem numa comunidade do Hospício do Espírito Santo, iniciada em 1715. Em 1730, sagrada a Igreja de Nossa Senhora e Santo António, junto de Mafra, é para lá transferida a dita comunidade. Extinto em 1834.

Convento de Santo António de Redondo

  • PT/CSAR
  • Corporate body
  • 1605-1834

O convento é mandado construir em 1605, pelo conde de Redondo, D. João Coutinho. O edifício, que se organiza em torno deum pequeno claustro, conhece diversos momentos de ampliação até à extinção das ordens religiosas em 1834, quando é abandonado.

Convento de São Bento de Xabrégas

  • PT/CSBX
  • Corporate body
  • [posterior a 1429] -1834

Convento fundado no local de um antigo oratório ou ermitério, dedicado a S. Bento de Xabregas, então na posse da abadia de Alcobaça após as tentativas infrutíferas, desenvolvidas em 1429 pela InfantaD. Isabel e por D. Gomes, abade de Florença, no sentido de aí instituir um mosteiro da observância beneditina. Em cumprimento das determinações testamentária deixadas em 1455 por sua mulher, D. Isabel, o rei Afonso V doa o sítio aos Lóios, os quais, em 1462, para aí transferem a cabeça da Congregação. A casa foi alvo de sucessivas campanhas de obras, quer nas dependências conventuais (sécs. XVI-XVII), quer na igreja (1592), tendo sido extinta em 1834.

Convento de São Domingos ou de Nossa Senhora da Oliveira de Santarém

  • PT/CSDS
  • Corporate body
  • [1225?]-1834

Primeira casa da Ordem dos Pregadores em território português, fundada por Fr. Soeiro Gomes entre 1218 e 1225, junto a uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Oliveira que, segundo a tradição, teria sido doada aos frades por uma nobre dama. Apoiados pela Colegiada de Santa Maria da Alcáçova e pelas esmolas dos reis e de particulares, os frades obteriam o avanço das obras, iniciadas possivelmente em 1225 e que deviam estar já concluídas durante o reinado de Afonso III. Aí residi- ram figuras importantes da Ordem, desde o referido Frei Soeiro Gomes a S. Frei Gil de Santarém ou ao mestre Arnaldo de Sagarra. A antiga ermida, agora integrada no convento como espaço litúrgico da comunidade, sofreria importantes mudanças arquitectónicas ao longo dos séculos XV e XVI. A degradação que, em inícios do séc. XVII, atingia o cenóbio levou à realização de intensas campanhas de obras, que incluíram a demolição da igreja ducentista e trecentista e a sua integral reconstrução (1604-1607), bem como grandes intervenções nas dependências conventuais, iniciadas em 1620 e que se prolongariam até meados do século XVII. Extinto o cenóbio em 1834, a igreja conventual seria demolida em 1880-1883 e os vestígios sobreviventes das dependências conventuais arrasados entre 1964 e 1966.

Convento de São Francisco de Évora

  • PT/CSFEV
  • Corporate body
  • 1224-1834

Convento fundado em 1224, provavelmente por três companheiros de São Francisco, vindos da Galiza. O documento mais antigoque refere uma doação de terras aos religiosos, feita por João Esteves e sua mulher, Maria Martins, revela a presença dos frades em Évora, desde 1250. Bem acolhidos pela população local, começam, de imediato, a receber inúmeras doações de particulares,bem como privilégios dos monarcas. A construção da igreja é patrocinada por D. Fernando de Morais, comendador de Montemor. É cabeça de custódia durante cento e oitenta e três anos. A evolução do edifício monástico desde cedo é condicionada pela estadia dos monarcas, que o ampliam mas também o ocupam.O primeiro de que temos notícia foi D. Fernando, mas só D. João Irealiza obras de raiz, com vista a ter aí os seus aposentos. Em 1439, D. Afonso V obtém licença papal e da Ordem para instalar no edifício o paço real, pois a residência oficial da coroa em Évora tinha sido destruída por um grave incêndio. O rei comprometia-se a reedificar a igreja a troco de receber espaços mais dilatados na casa conventual. Assim, a igreja passa a ser simultaneamente igreja conventual e capela palatina. Neste âmbito, recebe sucessivas intervenções dos reis, desde D. João II, que constrói a capela-mor, a D. Manuel, que deixa a sua marca na decoração e na heráldica. Esta situação de patrocínio eesplendor arquitectónico está na origem do nome "convento de ouro" que lhe é atribuído. Passa de claustral a observante em 1513 e a partir daí os frades vivem mais modestamente, ainda que na dependência do paço, enquanto os reis aí permaneciam, e suportados pelas esmolas e proventos do culto. Extinto em 1834.

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