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Registro de autoridad

Convento de Nossa Senhora da Encarnação (Lisboa)

  • PT/CNSE
  • Entidad colectiva
  • 1630-1834

Convento fundado em 1630, em virtude do cumprimento de verba testamentária da infanta D. Maria, filha do rei Manuel I que, em 1577, deixara determinado que à custa das suas rendas se fundasse em Lisboa um mosteiro de religiosas de S. Bento, com capacidade para 63 freiras. Embora o mosteiro fosse efectivamente ocupado pelas primeiras religiosas a 15 de Setembro de 1630, só a partir de 1642, graças a licença outorgada pelo papa Paulo V e ratificada pelo rei João IV, a casa passaria efectivamente a pertencer à Ordem de Avis, mantendo a invocação de Nossa Senhora da Encarnação, em cumprimento da vontade expressa pela sua instituidora. Seria alvo de importantes obras de reconstrução após um incêndio que afectou o edifício em 1734 e na sequência dos graves danos provocados pelo terramoto de 1755. Após a extinção das ordens religiosas masculinas, o convento foi-se reduzindo a recolhimento, funções que continuaria a manter mesmo após a supressão da Chancelaria da Ordem de Avis, em 1934.

Convento de Nossa Senhora da Penha de França (Lisboa)

  • PT/CNSPF
  • Entidad colectiva
  • 1603-1834

Convento fundado junto a uma anterior ermida, dedicada a Nossa Senhora da Penha de França, entregue aos agostinhos em 1603. Foi construída uma igreja maior, com risco de Teodósio de Frias, e edificado o convento, que sofreria importantes ampliações em 1754. O terramoto de 1755 afectaria duramente o convento e a igreja, cuja reconstrução só se concluiria em 1785. Extinto em 1834.

Convento de Nossa Senhora de Jesus de Lisboa

  • PT/CNSJL
  • Entidad colectiva
  • 1595-1834

A fundação do convento, pelos terceiros franciscanos, está associada à tomada de posse das casas onde primeiro se instala a comunidade, em 1595, no provincialato de Frei Paulo da Maia. Os primeiros frades servem-se de uma ermida dedicada à Virgem Mãe de Deus que lhes fora doada até que, em 1615, conseguem lançar a primeira pedra da nova igreja, onde se celebra, pela primeira vez, oito anos depois. No século XVIII funcionava, no convento, o noviciado da Ordem e a sede da Província dos Terceiros franciscanos, em Portugal. O terramoto de 1755 provoca-lhe graves danos e a morte de dois dos seus frades. Nele viveu, entre muitos homens de fama e envergadura, Frei Manuel do Cenáculo (1724-1814), ministro provincial de 1768 a 1770 e pedagogo. Com a extinção em 1834, vê os seus tesouros (biblioteca e obras de arte) serem entregues à Academia Real das Ciências.

Convento de Nossa Senhora dos Anjos de Diu

  • PT/CNSAD
  • Entidad colectiva
  • 1592-1834

Também denominado de Nossa Senhora da Porciúncula ou de São Francisco, foi fundado em 1592 e começado a construir a expensas de D. Pedro de Anaia, em 1593. Em 1669, um violento ataque lançado sobre a cidade por árabes de Muscate inflige pesados danos no edifício conventual e destrói por completo a respectiva igreja, obrigando a significativas obras no convento e à total reconstrução do templo. Foi suprimido em 1835, em cumprimento do decreto de extinção das ordens de 28 de Maio de 1834.

Convento de Nossa Senhora e Santo António de Mafra

  • PT/CNSSAM
  • Entidad colectiva
  • 1730-1834

Convento que tem origem numa comunidade do Hospício do Espírito Santo, iniciada em 1715. Em 1730, sagrada a Igreja de Nossa Senhora e Santo António, junto de Mafra, é para lá transferida a dita comunidade. Extinto em 1834.

Convento de Santo António de Redondo

  • PT/CSAR
  • Entidad colectiva
  • 1605-1834

O convento é mandado construir em 1605, pelo conde de Redondo, D. João Coutinho. O edifício, que se organiza em torno deum pequeno claustro, conhece diversos momentos de ampliação até à extinção das ordens religiosas em 1834, quando é abandonado.

Convento de São Bento de Xabrégas

  • PT/CSBX
  • Entidad colectiva
  • [posterior a 1429] -1834

Convento fundado no local de um antigo oratório ou ermitério, dedicado a S. Bento de Xabregas, então na posse da abadia de Alcobaça após as tentativas infrutíferas, desenvolvidas em 1429 pela InfantaD. Isabel e por D. Gomes, abade de Florença, no sentido de aí instituir um mosteiro da observância beneditina. Em cumprimento das determinações testamentária deixadas em 1455 por sua mulher, D. Isabel, o rei Afonso V doa o sítio aos Lóios, os quais, em 1462, para aí transferem a cabeça da Congregação. A casa foi alvo de sucessivas campanhas de obras, quer nas dependências conventuais (sécs. XVI-XVII), quer na igreja (1592), tendo sido extinta em 1834.

Convento de São Domingos ou de Nossa Senhora da Oliveira de Santarém

  • PT/CSDS
  • Entidad colectiva
  • [1225?]-1834

Primeira casa da Ordem dos Pregadores em território português, fundada por Fr. Soeiro Gomes entre 1218 e 1225, junto a uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Oliveira que, segundo a tradição, teria sido doada aos frades por uma nobre dama. Apoiados pela Colegiada de Santa Maria da Alcáçova e pelas esmolas dos reis e de particulares, os frades obteriam o avanço das obras, iniciadas possivelmente em 1225 e que deviam estar já concluídas durante o reinado de Afonso III. Aí residi- ram figuras importantes da Ordem, desde o referido Frei Soeiro Gomes a S. Frei Gil de Santarém ou ao mestre Arnaldo de Sagarra. A antiga ermida, agora integrada no convento como espaço litúrgico da comunidade, sofreria importantes mudanças arquitectónicas ao longo dos séculos XV e XVI. A degradação que, em inícios do séc. XVII, atingia o cenóbio levou à realização de intensas campanhas de obras, que incluíram a demolição da igreja ducentista e trecentista e a sua integral reconstrução (1604-1607), bem como grandes intervenções nas dependências conventuais, iniciadas em 1620 e que se prolongariam até meados do século XVII. Extinto o cenóbio em 1834, a igreja conventual seria demolida em 1880-1883 e os vestígios sobreviventes das dependências conventuais arrasados entre 1964 e 1966.

Convento de São Francisco de Évora

  • PT/CSFEV
  • Entidad colectiva
  • 1224-1834

Convento fundado em 1224, provavelmente por três companheiros de São Francisco, vindos da Galiza. O documento mais antigoque refere uma doação de terras aos religiosos, feita por João Esteves e sua mulher, Maria Martins, revela a presença dos frades em Évora, desde 1250. Bem acolhidos pela população local, começam, de imediato, a receber inúmeras doações de particulares,bem como privilégios dos monarcas. A construção da igreja é patrocinada por D. Fernando de Morais, comendador de Montemor. É cabeça de custódia durante cento e oitenta e três anos. A evolução do edifício monástico desde cedo é condicionada pela estadia dos monarcas, que o ampliam mas também o ocupam.O primeiro de que temos notícia foi D. Fernando, mas só D. João Irealiza obras de raiz, com vista a ter aí os seus aposentos. Em 1439, D. Afonso V obtém licença papal e da Ordem para instalar no edifício o paço real, pois a residência oficial da coroa em Évora tinha sido destruída por um grave incêndio. O rei comprometia-se a reedificar a igreja a troco de receber espaços mais dilatados na casa conventual. Assim, a igreja passa a ser simultaneamente igreja conventual e capela palatina. Neste âmbito, recebe sucessivas intervenções dos reis, desde D. João II, que constrói a capela-mor, a D. Manuel, que deixa a sua marca na decoração e na heráldica. Esta situação de patrocínio eesplendor arquitectónico está na origem do nome "convento de ouro" que lhe é atribuído. Passa de claustral a observante em 1513 e a partir daí os frades vivem mais modestamente, ainda que na dependência do paço, enquanto os reis aí permaneciam, e suportados pelas esmolas e proventos do culto. Extinto em 1834.

Sin título

A Comissão Concelhia dos Desalojados do Concelho de Monforte foi criada pelo decreto-lei n.º 683-B/76 de 10 de setembro de 1976. Considerando as alterações que acabam de ser introduzidas na orgânica do Governo pelo I Governo Constitucional; Considerando que a politica de integração dos desalojados dos antigos territórios ultramarinos sob administração portuguesa terá de ser concebida e executada em articulação com a globalidade da politica económica e social do País, sem discriminação entre setores da população economicamente desfavorecidos, sejam ou não desalojados: “Importa criar, para se atingir tal objetivo, um organismo de estrutura maleável e dotado com amplos poderes de ação.” As comissões concelhias são constituídas pelo presidente da comissão administrativa da câmara municipal, que presidirá, por um representante da delegação distrital do IARN, pelo chefe da repartição de finanças e por três elementos designados pelo presidente da comissão distrital, sob proposta do presidente da comissão administrativa da câmara, de entre cidadãos desalojados. Compete às comissões regionais, distritais e concelhias: - Estudar, concretizar ou propor superiormente as mediadas adequadas ao apoio, orientação e prestação de auxílio aos desalojados e suas famílias, designadamente por via de obtenção de postos de trabalho, crédito e fomento de habitação; - Exercer, até onde o permitam os meios locais, por sua iniciativa direta ou em colaboração com as diversas entidades públicas ou privadas, as atribuições que por este diploma são atribuídas ao comissariado (elaborar programas de atividade e assegurar a coordenação de brigadas itinerantes; velar pela correta aplicação dos fundos atribuídos; avaliar resultados). As comissões concelhias reuniam, ordinariamente, uma vez por quinzena e, extraordinariamente, sempre que convocados pelo respetivo presidente.

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