- PT/AUEVR/CORGAL
- Pessoa coletiva
- 1994-2003
Diário editado em Santiago de Compostela, em galego, entre 1994-01-06 e 2003-05-16.
Diário editado em Santiago de Compostela, em galego, entre 1994-01-06 e 2003-05-16.
Jornal matutino fundado por Joaquim Faria, o seu primeiro número saiu em 1933-12-30 (em substituição do “Comércio de Angola”) em Luanda. Alinhado com o regime vigente, era publicado pela Nova Editorial Angolana. Joaquim Faria foi também o diretor até à década de 1960 e da equipa de redação, chefiada por Ferreira da Costa, fez parte João Charulla de Azevedo. A Editorial foi adquirida em finais da década pelo grupo Champalimaud, ainda publicou nos anos de 1972-1973 para manter a propriedade do título, vindo a encerrar em 1975.
Fundado em 24 de Novembro de 1918 por um grupo de jovens torrejanos, o semanário atravessou dificuldades e chegou a suspender atividade nos primeiros meses. Sob direção do Padre José Maria dos Santos a partir do ano seguinte, com apoio de Alberto Dinis da Fonseca que adquire a tipografia São Miguel, onde o jornal é impresso, a sua orientação é de alinhamento com a hierarquia católica regional e de apoio ao regime. A partir de 1925 o jornal é dirigido por Carlos Azevedo Mendes, autarca, deputado à Assembleia Nacional e Provedor da Misericórdia, mantendo a mesma orientação (Dinis da Fonseca e Azevedo Mendes foram contemporâneos de Oliveira Salazar e António Cerejeira na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e no Centro Académico da Democracia Cristã de Coimbra). A tipografia mudou de proprietário nos anos 30 (Diocese e Seminário de Santarém) e de designação, Gráfica Almondina desde 1947, sendo atualmente a maior gráfica da igreja católica em Portugal. O jornal adaptou-se após a revolução de Abril de 1974, mantendo-se sob direção da igreja. Mais recentemente passou a publicação quinzenal.
O ALCOA foi fundado em 27 de dezembro de 1945 pelo pároco de Alcobaça na época, Padre Manuel Vitorino. Desde o seu primeiro número, o diretor João de Sousa e Brito expressou a missão do jornal de servir a região de Alcobaça como um meio de informação útil para o seu desenvolvimento. O jornal, criado pela paróquia de Alcobaça, iniciou suas atividades no edifício paroquial, à Fonte Nova. A primeira edição tinha 300 exemplares e 4 páginas, sendo impresso semanalmente na Tipografia O Almonda, em Torres Novas. Em 26 de fevereiro de 1972, tornou-se quinzenal sob a direção de Mário de Campos Vazão.
Nuno Sacramento Galeria de Arte Contemporânea
Abriu a primeira galeria em Aveiro, tendo-se deslocado em 2009 para Ílhavo, em espaço especialmente concebido para a exibição de arte contemporânea. Dedica-se ainda à produção/edição de catálogos para artistas plásticos e prefácios com a colaboração de escritores e críticos de arte.
Jornalista, crítico de arte e poeta, natural de Lisboa.
Nóvoa, Saladina do Faro Fernandes Seixas Sampaio da
Natural de Valença, mãe de António Sampaio da Nóvoa.
Nóvoa, António Manuel Seixas Sampaio da
Natural de Valença, é professor universitário, doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Genebra (1986) e em História Moderna e Contemporânea pela Universidade de Paris IV-Sorbonne (2006). Prestou provas públicas de agregação na Universidade de Lisboa, onde desenvolve carreira, sendo nomeado catedrático em 1996. É convidado em 2002 pelo Reitor José Barata-Moura para integrar a equipa reitoral, como Vice-Reitor. É eleito Reitor em Maio de 2006 e para segundo mandato em Março de 2009, promoveu e liderou o processo de fusão da Universidade de Lisboa com a Universidade Técnica de Lisboa, iniciado em 2012, mantendo-se no cargo até à conclusão do mesmo em Julho de 2013. Foi candidato independente às eleições presidenciais de 2016 e é membro do Conselho de Estado desde Junho de 2022.
Semanário de opinião e informação, propriedade de "Pacnirfe", sede em Lisboa, dirigido por Maria de Lourdes Belchior.
O “Nova Aliança” é um jornal inter-paroquial das paróquias de S. Vicente, São João e Alferrarede, localizadas em Abrantes, que abarca outras comunidades paroquiais como o Sardoal, o Rossio, S. Miguel e Pego, Constância e Montalvo, Alvega e Ponte de Sor, Aldeia do Mato e Martinchel, Bemposta e S. Facundo, Rio de Moinhos e Mouriscas, Valhascos e Alcaravela, Vila de Rei, Mação e Gavião.
Foi fundado em 2 de julho de 1952 pelo padre Jaime Alves de Oliveira. Após a morte deste a direção passou para o pároco de S. Vicente e a redação para o pároco de Alferrarede.
Foi inicialmente um jornal mensal que passou a quinzenal a partir de 1955. É atualmente um bimensário regional.
Após uma suspensão temporária em 1954 devido a problemas financeiros com a gráfica, o jornal retornou em 1955 com uma nova apresentação gráfica.
Ao longo dos anos passou por diversas mudanças editoriais e gráficas.
Inicialmente associado a ideias conservadoras e fascistas, o jornal evoluiu para uma postura mais democrática e pluralista.
O jornal, sob diferentes direções, continua a ser publicado, mantendo-se como uma voz significativa na região de Abrantes.