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Produtores e Colecionadores

Colégio de Nossa Senhora da Graça de Coimbra

  • PT/CNSGC
  • Pessoa coletiva
  • 1543-1834

Colégio fundado em 1543 por D. João III e confiado ao reformador Frei Luís de Montoya, que assegurou o seu governo nos primeiros anos de actividade. Beneficiando da protecção e prodigalidade régias, que lhe garantiram as rendas necessárias à sua sustentação e à construção das suas dependências, teve o concurso de importantes figuras da elite artística de então, entre os quais Diogo de Castilho, responsável pelo projecto da respectiva igreja, concluída em 1555. Extinto em 1834.

Colégio de Nossa Senhora da Purificação de Évora

  • PT/CNSPE
  • Pessoa coletiva
  • 1577-1834

Fundado pelo cardeal-infante D. Henrique, que lançou a primeira pedra do edifício a 15 de Junho de 1577, foi incorporado na Universidade e colocado sob a administração da Companhia de Jesus de acordo com a bula de 1576 e o breve de 13 de Julho de 1579. Apesar de as obras só se concluírem em 1605, já em 1593 o colégio podia albergar os seus primeiros 50 alunos. Encerrado oficialmente em Setembro de 1759, com a expulsão dos Jesuítas, foi confiado pela rainha Maria I aos Padres da Missão a 30 de Junho de 1779, tomando a Congregação posse do Colégio a 25 de Agosto desse mesmo ano. Extinto em 1834, o edifício passaria a albergar o Seminário Maior da Arquidiocese a partir de 1854.

Colégio de Nossa Senhora da Soledade de Borba

  • PT/CNSSB
  • Pessoa coletiva
  • 1703-[século XIX]

Colégio construído a expensas da herança de João Gomes Pinto,chantre da Sé de Coimbra († 1703), com estudo de Teologia para os frades da Ordem e de Teologia Moral aberto a externos.

Colégio de São Paulo de Évora

  • PT/CSPE
  • Pessoa coletiva
  • 1578-1834

Fundado em 1578, após a aprovação da Congregação Portuguesa,sob a protecção e assistência económica do cardeal-infante D. Henrique, incluía as cátedras de Filosofia e Teologia. A este colégio foram anexados, em 1593, os bens do mosteiro de Montemuro. Extinto em 1834.

Colégio de São Sebastião de Portalegre

  • PT/CSSP
  • Pessoa coletiva
  • 1605-1759

Colégio fundado em 1605, junto a uma ermida já existente, dedicada a S. Sebastião. As obras seriam muito lentas, recebendo um for- te impulso após 1631, em virtude da doação para o efeito de um conjunto avultado de bens obtidos por via de herança pelo Pe. Simão de Almeida (S.J.). O projecto do Colégio, da autoria provável de Mateus do Couto, permanecia ainda por cumprir na sua totalidade, quando os jesuítas foram forçados a abandonar a casa, em virtude do decreto de expulsão de 1759. O Colégio seria, pouco tempo depois, adaptado a uma fábrica de lanifícios, por ordem do próprio Marquês de Pombal datada de 1771.

Colégio do Espírito Santo de Évora

  • PT/CESE
  • Pessoa coletiva
  • 1554-1834

Colégio fundado pelo Cardeal D. Henrique que, logo em 1550, adquire, para a sua construção, umas primeiras terras junto ao termo leste das muralhas de Évora. Os jesuítas, chegados à cidade logo em 1551, ficariam instalados no Convento das Maltezas (transferidas para Estremoz) e, num segundo momento, no Palácio Real de S. Francisco, onde deram início aos Estudos Superiores, a 28 de Agosto de 1553. Transitariam para o novo Colégio em Dezembro de 1554, onde se fundaria a Universidade, solenemente inaugurada a 1 de Novembro de 1559, após obtidas as necessárias licenças do papa Paulo III (bulas de 28 de Setembro de 1558 e 15 de Abril de 1559). Com a expulsão dos Jesuítas, a Universidade foi encerrada e o edifício entregue aos frades da Ordem Terceirade S. Francisco a 29 de Julho de 1776, que nele se mantiveram até à extinção das ordens religiosas, em 1834.

Comércio de Guimarães

  • PT/AUEVR/COMGUI
  • Pessoa coletiva
  • 1884-05-15-

O "Comércio de Guimarães" é um semanário regionalista da cidade de Guimarães que teve a sua primeira edição publicada no ano de 1884. Fundado por António Joaquim de Azevedo Machado, o jornal permaneceu sob a posse da sua família até a suspensão do jornal em dezembro de 1985. Em março de 1986, o Grupo Santiago retomou a sua publicação quinzenal, tornando-se semanal em 1989.

Comércio do Porto (O)

  • PT/AUEVR/COMPOR
  • Pessoa coletiva
  • 1854-06-02-2005-07-30

O jornal "Comercio do Porto" foi fundado em 2 de junho de 1854 por Manuel Carqueja e Henrique de Miranda, sendo inicialmente chamado de "O Comercio". É, depois do "Açoriano Oriental", o segundo jornal mais antigo do país. Em 1855 tornou-se diário e, em 1856, adotou a designação de "Comércio do Porto". Colaboraram nele figuras relevantes da sociedade portuguesa como o rei D. Carlos, a rainha D. Amélia, os escritores Camilo Castelo Branco, Guerra Junqueiro, Júlio Dantas, Carolina Michaelis entre outros. Foi um dos primeiros jornais portugueses a ter correspondentes exteriores no Brasil e Japão no século XIX. Lançou publicações especiais, como o "Comercio do Porto Ilustrado", e criou em 1903 o mensário "O Lavrador". Em 1985, iniciou a informatização da redação, sendo pioneiro em Portugal. Em 2001 foi vendido ao grupo espanhol Prensa Ibérica. Em 2004, passou por uma reformulação interna, atualizando o logótipo e o cabeçalho "Gótico", mas apesar dos esforços para viabilizá-lo economicamente o jornal, após 151 anos de publicação, viria com a sua última impressão em 30 de julho de 2005 a encerrar.

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