Galeria de Arte Contemporaneo Centro Norte
- PT/AUEVR/GALNOR
- Entidad colectiva
- [2004?]
Galeria de Arte Contemporaneo Centro Norte
Iniciativa de 4 mulheres (Maria da Conceição Elói, Maria Feliciana Marim Marques, Maria do Espírito Santo Correia e Maria da Conceição Mendes Costa), naturais de Paderne, que lançaram as primeiras edições manuscritas de contos e poemas de sua autoria, sob pseudónimo, em1921. A iniciativa teve o apoio do pároco de Paderne e a partir da terceira edição o jornal passou a ser editado na Praça da República, posteriormente impresso em Faro. Até 1936 foi um jornal mensal, sendo suspenso até 1977. Entre Abril e Dezembro 1983 foi publicado quinzenalmente, passando depois a edição semanal e no início do séc. XXI em página própria da internet.
Junta de Paróquia de Alcáçovas
As Juntas da Paróquia têm origem nas freguesias religiosas e correspondem aos seus limites territoriais. São a mais pequena unidade administrativa da Época Contemporânea.
Foram criadas em 26 de Novembro de 1830 como as mais pequenas unidades de administração pública.
O decreto n.º 23 de 16 de Março de 1832 considera as Juntas da Paróquia agregados sociais e religiosos.
A lei de 25 de Abril de 1835 divide o país em distritos administrativos e estes em concelhos, coordenados por um administrador escolhido pelo Governo. As paróquias são governadas por “comissário”
Em 31 de Dezembro de 1836 é estabelecida a forma de eleição dos regedores de paróquia através de listas por dois anos e podem ser reeleitos. A designação “comissário”, apropriada diretamente da realidade francesa, é abandonada.
Será o Código Administrativo de 1842 (18 de Março) a mais longeva legislação a este respeito.
Depois do código descentralizador setembrista, os magistrados que representam o poder central vêm o seu papel reforçado e é introduzida a disciplina administrativa. A Junta da Paróquia tem funções ao nível da administração das fábricas das igrejas e bens da paróquia. Os regedores são delegados do Administrador do Concelho.
O Código de 1878 (6 de Maio) prima pela clareza e simplicidade. Mantém a mesma divisão do território, mas é o código mais descentralizador da tradição portuguesa até ao século XX. Caracteriza-se pela autonomia executiva dos corpos administrativos, mas fomentou a desordem das finanças locais.
Daí a rapidez com que entrou em vigor o Código Administrativo de 1886, impondo-se limites ao endividamento municipal.
Com o código de 1896, a Junta da Paróquia pode fazer posturas e regulamentos, desde que tenha a aprovação do Governador Civil. Portanto, apesar de as Juntas da Paróquia terem ganho atribuições importantes, não deixam de estar dependentes do poder central. A vantagem está no facto de poderem tomar iniciativas sem a intervenção das câmaras municipais. Após as mudanças saídas da Primeira República, a Junta da Paróquia tornou-se Junta de Freguesia.
As paróquias civis são criadas pela lei n.º 88 de 7 de Agosto de 1913. A lei n.º 624 de 25 de Junho designa-as por Juntas de Freguesia. Deixam de ter competências de caráter religioso. As suas novas funções são de caráter civil: administração dos bens paroquiais móveis e imóveis, elaborar posturas do âmbito da freguesia, proteção às freguesias mais desprotegidas.
Diário regional fundado em 1994 pelos empresários António Abrantes e António Teixeira. Além da edição impressa está também disponível online.
Título do semanário regional e simultaneamente da rádio local de Vila Nova de Famalicão. A associação Círculo de Cultura Famalicense, constituída em Outubro de 1986, assegura, de harmonia com o seu objeto social e respetivos fins, a edição do jornal e o funcionamento da rádio.
Confraria de Nossa Senhora do Pilar de Alcáçovas
A confraria de Nossa Senhora do Pilar funcionou na ermida de S. Geraldo. Já se encontrava extinta em 1890.
Suplemento literário e artístico do Diário de Notícias.
Espanca, Túlio Alberto da Rocha
Autodidata, foi historiador de arte, ensaísta, investigador, orador, conferencista, pedagogo e organizador de exposições. Nascido em Vila Viçosa, fixou-se em Évora em 1919. Fez o ensino primário e cedo começou a trabalhar no comércio e outras atividades manuais para ajudar ao sustento da família. Colaborou desde 1939 com a imprensa regional e também neste ano frequentou o curso de cicerones, organizado pelo Grupo Pró-Évora. Trabalhou nos serviços de Turismo desde 1940 quase até ao fim da sua vida. Em 1953 foi bolseiro do Instituto de Alta Cultura, em França e Itália. Foi nomeado membro da Academia Nacional de Belas Artes (ANBA) em 1959, sócio correspondente da Academia Portuguesa de História em 1976, vogal efetivo da ANBA em 1979, académico honorário da mesma em 1982. Foi a pedido desta instituição que se dedicou, a partir de 1966, à elaboração do Inventário Artístico de Portugal. Ainda em 1982 foi distinguido com a Medalha de Ouro da Cidade de Évora e o Prémio Europeu de Conservação dos Monumentos Históricos, pelos relevantes serviços prestados no âmbito do processo de candidatura à classificação pela UNESCO de Évora como Património Mundial. No ano seguinte foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a Universidade de Évora atribuiu-lhe o grau de Doutor Honoris Causa em 1 de Novembro 1990.
Casa de fotografia comercial, situada na Rua Nova, Évora, fundada por António Francisco Alvito Algarvio.