- PT/AUEVR/FOTEVO
- Entidad colectiva
- [1949?-2011?]
Casa de fotografia comercial, situada na Rua Nova, Évora, fundada por António Francisco Alvito Algarvio.
Casa de fotografia comercial, situada na Rua Nova, Évora, fundada por António Francisco Alvito Algarvio.
Propriedade e sob direção de António Nazareth, desde 1906, foi inicialmente uma secção da Livraria Nazareth. Dirigida por David Freitas desde 1946, que adquiriu o estabelecimento em 1958 e mais tarde expandiu o negócio com a aquisição da Óptica Freitas, consolidando a marca como Fotografia e Óptica Nazareth.
Freitas Évora Fotografia Óptica
David Freitas adquiriu nos anos 1960 a Óptica Freitas, onde desenvolveu atividade até finais da década seguinte.
Natural de Alvito, de origens humildes, cedo começou a trabalhar e manifestou interessou pela escrita e pela pintura. Já adulto fixou-se em Lisboa e tendo completando estudos secundários chegou a inscrever-se na Faculdade de Direito. Frequentou o Martinho da Arcada desde 1940, estabelecendo contactos com personalidades do meio literário e começou a publicar em 1942. Colaborador das revistas Távola Redonda e Cadernos de Poesia, foi co-fundador da revista de poesia Árvore que igualmente dirigiu entre 1951-1953. Dedicou-se ainda à pintura e à fotografia, foi militante do Partido Comunista e a sua obra revela afinidades com os movimentos neorrealista e surrealista, sendo considerado como um dos cem melhores poetas portugueses do século XX. Foi distinguido com o "Prémio Simon Bolívar", em 1956, no Concurso Internacional de Poetas de Siena.
Castro, Maria de Lourdes Bettencourt de
Natural do Funchal, onde iniciou estudos no Colégio Alemão e fez a primeira exposição individual em 1955, no Clube Funchalense. Frequentou o curso de pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, partindo em 1957 para Munique com o marido René Bertholo (1935-2005) e pouco depois fixam residência em Paris. Lançam o projeto/revista KWY, impressa à mão em serigrafia, em torno do qual se congregaram outros artistas. O grupo KWY organizou várias exposições coletivas, a primeira das quais na Sociedade Nacional de Belas Artes. A partir da década de 1960 Lourdes Castro intensificou a pesquisa sobre perfis e sombras, explorando então a sua projeção e fixação em diferentes materiais (lençóis, acrílico, papel). Regressou definitivamente à Madeira em 1983, sendo distinguida com prémios nacionais e internacionais.
Natural de Monteleone, Itália, estabeleceu-se em Lisboa em 1847 a trabalhar inicialmente como marceneiro. Tendo interesse em fotografia parece ter aprendido a técnica do daguerreótipo com K. P. Corentin, que ensinou em Lisboa, vindo a profissionalizar-se em 1853. Fotografou pelo país, voltou a Lisboa em 1865 abrindo um estúdio de fotografia e nesta década ganhou notoriedade no país e no estrangeiro. Foi colaborador de diversas revistas ilustradas, de academias de belas artes, foi fotógrafo da casa real portuguesa e a sua obra foi distinguida em exposições internacionais.
Fotógrafo profissional, estabelecido em Lisboa na Phoebus Photografia Moderna, que se fixou em Évora em 1886 (em estúdio improvisado na Rua Ancha). Em 1892 abriu portas na Rua de Avis, 24.
Colecionadora de arte moderna juntamente com seu marido, João Castanheira de Moura Pinto de Figueiredo.