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BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 022, doc. 002

João Figueira toma posse dos ofícios de tabelião das notas e de inquiridor das inquirições judiciais de Évora, perante Pedro Lourenço (?), escudeiro da casa do rei e juiz em Évora. Redactor: [...] Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Pedro Lourenço (?)

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 023

O prior e frades do convento de São Domingos de Évora, sendo isentos de todas as jurisdições, por privilégios que apresentaram num instrumento do vigário geral da cidade pelo bispo D. Garcia, elegem por seu conservador apostólico o licenciado Lourenço Rodrigues, chantre e cónego prebendado da Sé de Évora e pretendem que use das leteras apostólicas e dos privilégios da sua ordem e os faça guardar e cumprir. No mesmo dia, no coro da Sé, os privilégios referidos são apresentados ao chantre por um frade do convento e é-lhe pedido que aceite os privilégios e seja seu conservador, guardando a ordem, frades, padres e bens dela. O chantre aceitou ser juiz conservador da ordem e mandou que de futuro requerecem perante ele sua justiça. Redactor: Cristovão da Rosa, notário apostólico Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No cabido do convento de São Domingos

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 024

Catarina Varela, viúva de Álvaro Pires Barneiro (?), que faleceu na Índia, natural de Évora e que nela fora moradora e agora mora em Lisboa junto ao mosteiro de São Domingos, declara ter doado, depois do falecimento do marido, a sua irmã Helena Varela, moradora em Évora, uma terra de vinha (?), no termo da cidade, no lugar da Lage, com obrigação de dar todos os anos cem reais ao padres do convento de São Domingos de Évora, para lhe dizerem cinco missas rezadas por ano. Redactor: António Luís, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Na casa do tabelião

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 025

Traslado de cláusulas do testamento de Leonor da Fonseca e de seu marido, Fernando Álvares de Madureira, em que a primeira pede para ser sepultada na sepultura de sua mãe no convento de São Domingos de Évora e que aí lhe digam seis missas cantadas para o que deixa trinta alqueires de trigo da terça de seus bens. O traslado é solicitado a Pedro Taveira, fidalgo da casa real e corregedor em Évora, na posse de quem está o testamento, pelo padre Diogo Touro (?), procurador da Ordem de São Domingos no reino. Para tal o padre apresentou uma petição do convento de Évora feita ao licenciado António de Almeida, juiz de fora, em que este lhes deu despacho para que o traslado fosse emitido. O testamento estivera antes em poder do corregedor Diogo Taveira. O testamento fora feito em Portel a 19 de Maio de 1522. Refere-se também, neste traslado, um instrumento de partilhas feito após a morte de Leonor da Fonseca feito no juizo dos orfãos de Portel no qual estava descriminado de que propriedade eram retirados os trinta alqueires de trigo. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Pedro Taveira

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 026, doc. 002

Frei Rodrigo de Macedo, que foi frade professo da ordem e convento de São Domingos de Évora mostrou um breve e requereu ao notário que fosse notificar e publicar ao prior do referido convento o seu conteúdo e perguntar-lhe se tinha alguns embargos ao que nele se continha. Através do breve obtivera licença para se poder passar para a ordem de Santo Agostinho dos cónegos regulares. O notário dirigiu-se ao convento e na claustra do mesmo apresentou ao prior o breve que se deu por notificado e o breve por publicado. Este instrumento é dado ao frade. Redactor: Filipe Dias, clérigo in minoribus, natural de Évora, notário Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do notário

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 028

Carta de quitação régia em que D. João III afirma ter mandado tomar contas aos herdeiros de Duarte Moniz, que foi recebedor do dinheiro da obra do cano da água da prata. Diogo Moniz deixou parte de sua fazenda ao convento de São Domingos de Évora com encargo de certas missas. Redactor: Afonso de Miranda, contador

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 02, peça 030

Venda que faz o tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Évora de duas vinhas e de um olival, no termo de Évora, na Gouveia, que foram arrematados por João Gonçalves e sua mulher, Beatriz Álvares, moradores em Évora, por oitenta e nove mil reais. Os bens tinham sido de Belchior Dias e de sua mulher, Leonor Marques, também moradores na cidade. Estes tinham sido presos e acusados pelo crime de apostasia e heresia por se provar que se tinham afastado da união da fé católica. Em consequência foram condenados por hereges e seus bens confiscados. Mas por pedirem misericórdia foram recebidos no grémio da Santa Madre Igreja com cárcere perpétuo e hábito penitencial. Tal estava registado nas suas sentenças das suas reconciliações que estavam nos autos que andavam na casa do secreto do Santo Ofício. Os bens confiscados pelo rei foram dados de esmola ao Santo Ofício da Inquisição para das suas fazendas se pagarem os oficiais do mesmo. Assim, os bens foram tomados pelo Santo Ofício que os mandou vender em pregão na praça da cidade. O tribunal é representado no acto pelo Dr. João Luís da Silveira, inquisidor apostólico no arcebispado de Évora e sua comarca. Redactor: Pedro Rodrigues, caveliro da casa do rei e tabelião em Évora e seus termos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do despacho da Santa Inquisição

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