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BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 042, doc. 004

Lopo Dias, escrivão dos contos do rei no Almoxarifado de Évora, Estremoz e Portalegre, propõe-se desistir de uma citação que fizera junto dos desembargadores da casa do cível de Lisboa contra o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. Este contencioso é relativo à herdade de Alcorvisca, que Lopo Dias considera pertencer-lhe. Redactor: Martim Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Lopo Dias, escrivão dos contos do rei

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 035, doc. 004

Por ordem do rei D. Afonso foram restituídos a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, todos os bens que lhe haviam sido retirados pelo infante D. Pedro, enquanto foi regedor do reino. Redactor: João Gonçalves, tabelião do Conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Termo de Evoramonte

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 034, doc. 001 a

Estevão Anes, ovelheiro, e sua mulher, Mor Eanes, moradores em Évora, vendem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, também moradores em Évora, uma herdade localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera, por dois mil reais brancos. Redactor: Vasco Gil, vassalo do rei e tabelião do conde de Arraiolos Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Nos paços do conde D. Fernando

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 034, doc. 001 c

Garcia Lourenço, morador em Évoramonte, em nome de Manuel Rodrigues de Aguiar, contador do rei, e de sua mulher, Beatriz Gonçalves, toma posse de uma herdade, localizada no termo de Evoramonte, na Ribeira de Tera. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Evoramonte pelo conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 025

Gil Vasques Gavião, escudeiro, vassalo do rei, ouvidor nas terras do mestrado da Ordem de Avis pelo Senhor D. Pedro, condestável do Reino e governador do Mestrado, recebeu dos juízes de Avis uma apelação relativa a uma demanda que Garcia Fernandes, escudeiro, morador em Abrantes, mantinha com o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, relativa à posse de uma herdade no termo de Avis, no vale dos cavaleiros. Redactor: Álvaro Martins, escrivão Localidade de redacção: Fronteira

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 108

Certidões sucessivas de notificação dos almotacés da câmara de Évora de que as religiosas de São Bento de Cástris de Évora possuem provisão régia que lhes permite obter duas arrobas de peixe antes deste ser almotaçado. Emitidas na sequência da petição das freiras. Redactor: Gil Solteiro, tabelião do judicial e João Galvão, tabelião das notas. Localidade de redacção: Évora

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 04, peça 103, doc. 001

Confirmação de Rui Dias de Meneses, fidalgo da Casa Real e escrivão das confirmações, de que entre as cartas e doações que as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora entregaram nas confirmações estava uma carta de D. João III que confirmava o privilégio concedido por D. João I, e sucessivamente confirmado pelos reis seguintes, de não se tomar aposentadoria aos criados, rendeiros e feitores do mosteiro. Traslada a referida carta. Redactor: Rui Dias de Meneses, fidalgo da Casa Real e escrivão das confirmações Localidade de redacção: Lisboa

BPE, Pergaminhos Avulsos, pasta 05, peça 080, doc. 001

Testamento de Inês Fernandes Gramaxa, mulher de Vasco Arnalho. Cláusulas testamentárias: Deixa a herdade do Enxarrama a sua sobrinha Genebra, filha de Álvaro Fragoso e de Isabel Madeira e, caso faleça sem filhos, a referida herdade deve ser entregue a Beatriz, irmã de Genebra, e a seus herdeiros. Devem mandar celebrar uma missa oficiada, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Só entrarão em posse da herdade, nove anos após a morte da testadora. Durante esse tempo os frutos devam ser entregues a Vasco Arnalho. Deixa as suas casas de morada a seu sobrinho João Rodrigues do Pao e a seus herdeiros. Só deverá tomar posse da casa depois da morte do marido da testadora. Deve mandar celebrar uma missa, no dia de Santo André, em São Francisco de Évora, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Deixa o foro da horta do Pombal a Margarida Fernandes, sua colaça, e aos filhos dela, Pedro e Manuel. Só deverá tomar posse do bem após a morte de Vasco Arnalho, marido da testadora. Devem manda celebrar uma missa, em dia de São Martinho, em São Francisco de Évora. Deixa o foro do ferragial do Xarrama ao convento de Santa Clara de Évora, devendo ser celebrado um aniversário, no referido convento, pelo São Martinho. Deixa o foro do ferragial da Torregela ao mosteiro de São Bento de Cástris, devendo ser celebrado um aniversário. Concede alforria a sua escrava Isabel cinco anos após a sua morte. Concede alforria a Bento, João, Inês e a Agostinho, seus escravos, com a condição que após a morte da testadora sirvam a seu marido durante vinte anos. Deixa alguns bens móveis a Graça Dias, sua comadre, e a Catarina Pires. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da testadora

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