Processo de licença para utilização da igreja de São Sebastião. Contém: uma licença da câmara para que a irmandade da Ordem Terceira de São Francisco possa utilizar a igreja de São Sebastião e um pedaço de terra contíguo, datada de 1750 e uma provisão de D. José de Lencastre, senhor de Alcáçovas, para o mesmo fim, também datada de 1750. A câmara fez essa concessão que foi confirmada pelo donatário. Foi elaborada uma escritura sobre este acordo, redigida no tabelião Manuel Brejo, a 19 de janeiro de 1750.
Este processo refere-se a subscrição, no ano de 1878, de um empréstimo de catorze mil reis, lançada pela Sociedade do Círculo Eborense aos associados para realizar o pagamento de uma dívida à Família Moura Amaral, com a garantia de restituição da respetiva verba logo que as condições financeiras da associação o permitissem. O processo é constituído pela lista de subscrição dos associados, correspondência e alguns recibos da subscrição que foram remetidos pelos sócios, no ano de 1881, determinando que dispensavam a restituição deste crédito em favor do Circulo Eborense e de outras instituições de beneficência.
Esta série reúne um conjunto diversificado de documentação referente a obras de restauro e conservação do edifício do Círculo Eborense. A documentação incide especialmente nas obras realizadas em os anos de 1867, 1872-73, 1922-23 e 1945, englobando ainda plantas e projetos de obras de 1952 e 1964.